Acreditar e voltar a acreditar...vai ser um caminho duro, cada vez mais duro...mas vou convencendo-me que é assim mesmo o ser humano.
E já vai fazer um ano que minha mãe deixou de sofrer...a data aproxima-se e eu cada vez penso mais nela...já não tenho mãe! E mãe faz falta! Muita falta!
...não me apetece falar mais...ando mesmo estranha!
Que a glicínias me protejam...e me tirem este nó na garganta...